Gaucheria participa do Galpão Nativo, um dos programas mais tradicionais da cultura gaúcha

Tem lugares em que contar a história da Gaucheria ganha um significado especial. O Galpão Nativo é um deles.
Criado em 1982 por Glênio Fagundes, o programa da TVE atravessou décadas como um dos espaços mais importantes da televisão dedicados à cultura nativista do Rio Grande do Sul. Música, poesia, tradição, entrevistas e nomes do cancioneiro regional encontraram ali um espaço permanente de valorização da identidade gaúcha.
Hoje apresentado por Maria Luiza Benitez, que por muitos anos dividiu o comando da atração com Glênio Fagundes, o Galpão Nativo segue abrindo espaço para conversas sobre a cultura, os valores e a identidade do Rio Grande do Sul.
Foi nesse cenário que a Gaucheria teve a oportunidade de contar um pouco da sua própria história.
Na entrevista, a conversa passa pela origem do projeto, pela relação entre tradição e contemporaneidade e pela maneira como referências muito nossas podem ganhar novas formas de expressão.
Para um projeto que nasceu da vontade de levar a arte e a cultura gaúcha para outros lugares, estar no Galpão Nativo tem um significado particular.
A Gaucheria acredita que preservar uma cultura não significa mantê-la parada no tempo. Significa permitir que ela continue produzindo histórias, personagens, ideias e novas maneiras de representar quem somos.
Cultura gaúcha contemporânea. Identidade que vem da raiz, se expressa no presente e olha pro futuro
E talvez seja justamente por isso que essa conversa combine tanto com o Galpão Nativo.